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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

dia do contador






                                                          Dia do Contador e Dia do Contabilista
22 de Setembro - Dia do Contador
Foi escolhido como dia do contador o dia 22 de setembro (Dia do Bacharel em Ciências Contábeis), por ter sido criado, nesta data, em 1945, o Curso de Ciências Contábeis.
A criação da data homenageou a criação do curso de Ciências Contábeis na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Ou seja, a data marca um fato histórico: a criação do primeiro curso de Ciências Contábeis no Brasil, com a assinatura do Decreto-lei nº 7.988, em 22 de setembro de 1945, pelo então presidente Getúlio Vargas.
Antes, havia dois cursos técnicos: o de Contabilidade e o de Contador, mas nenhum com validade de ensino superior. O documento assinado por Vargas determinou a criação de um curso com duração de quatro anos e seguindo regime anual. Do primeiro ao terceiro ano, o aluno deveria cursar cinco disciplinas. No último ano de estudo, eram ministradas seis disciplinas.
"O fato de escolherem um dia para homenagear o Contador mostra a importância desse profissional. A formação em nível superior permite a atuação em áreas como Perícia e Auditoria, que requerem maior especialização. É uma justa homenagem que a comemoração seja na mesma data da criação do primeiro curso de Ciências Contábeis do País", declarou o presidente do CRC SP, Luiz Fernando Nóbrega.
OBS.: O termo contador refere-se, apenas, ao profissional com Bacharelado em Contabilidade.
25 de Abril - Dia do Contabilista
"Trabalhemos, pois, bem unidos, tão convencidos de nosso triunfo, que desde já consideramos 25 de abril o Dia do Contabilista Brasileiro".
Com esta frase, dita no meio de um discurso de agradecimento a uma homenagem que recebia dos profissionais contábeis, o senador e Patrono dos Contabilistas, João Lyra, instituiu o Dia do Contabilista, prontamente adotado pela classe contábil e, atualmente, oficializado em grande número de municípios. Era o ano de 1926.
Em dezembro do ano anterior, João Lyra havia sido eleito presidente do Conselho Perpétuo dos Contabilistas Brasileiros e, em toda a sua vida parlamentar, propôs e fez aprovar várias leis em benefício da profissão contábil.
Em seu discurso de agradecimento, Lyra homenageou outro grande Contabilista, Carlos de Carvalho: "Quando, em 1916, justifiquei, no Senado Federal, a conveniência de se regularizar o exercício de nossa profissão, acentuada a merecida e geral confiança que adviria do abono da classe, por seus mais circunspectos representantes, à capacidade moral e técnica dos Contadores, foi o grande e saudoso mestre paulista uma autoridade sem equivalente no Brasil, como bem disse o senhor Amadeu Amaral, quem me endereçou os primeiros e os mais desvanecedores protestos de apoio e de solidariedade".
O Dia do Contabilista foi oficialmente instituído pela Lei Estadual nº 1.989, em 23 de maio de 1979.
Em abril de 2012, o CFC (Conselho Federal de Contabilidade) determinou que o Sistema CFC/CRCs passasse a substituir o termo Contabilista, por Profissional da Contabilidade.
De acordo com ofício dirigido aos CRCs, “a alteração da terminologia... deve-se ao processo de modernização da profissão. A edição da Lei nº 12.249/2010, publicada no dia 14 de junho de 2010, representou um marco nesse processo”.
O ofício informava também que “o Plenário do CFC deliberou pela substituição do termo Contabilista por Profissional da Contabilidade, quando houver referência conjunta a Contadores e Técnicos. Esta decisão vem sendo respeitada, inclusive, nos conteúdos das normas editadas pelo CFC”.
No memorial da gestão presidencial 1991/1995, do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo, encontra-se o seguinte texto: "Em 25 de abril comemora-se em todo o Brasil o Dia do Contabilista. A data foi criada em 1926 durante um almoço realizado em São Paulo em homenagem ao Senador João Lyra, que havia consolidado conquistas da Classe no Senado Federal."
Aos poucos, as comemorações foram ganhando força em todos os estados até esta data se tornar nacional. Atualmente, o dia 25 de abril é utilizado pelas várias entidades representativas do meio contábil e pelas escolas como uma oportunidade para congregar os profissionais e refletir sobre o presente e futuro da Contabilidade no Brasil.
OBS.: O termo contabilista é usado para designar o profissional com Bacharelado em Contabilidade ou o Técnico em Contabilidade.

Primavera

                    primavera


Estações do ano
Temperadas
Primavera
Verão
Outono
Inverno
Tropicais
Estação seca
Estação das chuvas
A Primavera está frequentemente associada ao desabrochar das flores.
Quadro de Carlos larsson.




primavera (AO 1945: Primavera), é a estação do ano que se segue aoInverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento daflora e da fauna terrestres.
A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal" e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal", noHemisfério Norte, tem início a 20 de Março e termina em 21 de junho. A "Primavera austral", no Hemisfério Sul, tem início a 23 de setembro e termina a 21 de dezembro.
Primavera.
Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se noequinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.
Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.
Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos na temperatura média das estações. Na Primavera do hemisfério sul, os oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo, fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo desta estação. Mas na do hemisfério norte, por ser maior a parte continental, as temperaturas costumam aumentar mais rapidamente.

arbitragem polêmica,

arbitragem polêmica



Corinthians e São Paulo, ano 1 d.AC.
A rivalidade entre os dois times teve o seu primeiro capítulo na Arena Corinthians, neste domingo. Não dá para dizer que a equipe alvinegra não tenha começado bem essa história em sua nova casa. Com a vaga no G4 a perigo, ela recebeu o tricolor paulista com a esperança de entrar na briga pelo título, esteve atrás por duas vezes, mas virou para 3 a 2 no fim em clássico com arbitragem polêmica.
Souza abriu o placar em cobrança de falta de Kaká e falha de Danilo ao tentar aliviar aos 5 minutos do primeiro tempo. O empate corintiano veio em toque com a mão de Antônio Carlos dentro da área e pênalti batido por Fábio Santos aos 35. Não deu nem tempo de comemorar: aos 44, Edson Silva fugiu da marcação de Danilo e surgiu sozinho em cruzamento para fechar a conta.
Na volta do intervalo, aos 20, Guerrero foi derrubado na área por Alvaro Pereira, expulso, e Fábio Santos deixou tudo igual mais uma vez. A virada impressionante veio aos 28, em tabela entre Guerrero e Danilo que o atacante mandou para as redes.
Mesmo com o desfalque de Alexandre Pato, responsável por sete gols nas últimas dez partidas e que não pôde atuar por questão contratual, havia grande expectativa em torno do desempenho são-paulino sem o seu quarteto completo.
Ele não chegou a decepcionar.
Na ausência do atacante, o São Paulo preferiu aguardar o Corinthians em seu campo e apostou no contra-ataque quase sempre pelo lado esquerdo, com as descidas de Alvaro Pereira e o apoio de Kaká e Alan Kardec.
Os donos da casa, ainda assim, começaram melhor, mas esbarrando no mesmo problema das últimas rodadas, com dificuldade para assumir o controle da partida. Elias, fora com uma amigdalite, fazia falta na armação, restrita às subidas de Bruno Henrique. Danilo e Renato Augusto praticamente não apareciam.
Como reflexo disso, o São Paulo roubava a bola com facilidade. Nas estatísticas, a equipe chegou a liderar por 15 a 1 no quesito.
GETTY
Edson Silva e seus companheiros comemoram o segundo gol tricolor
Edson Silva e seus companheiros comemoram o segundo gol tricolor
O primeiro gol com Souza veio em cobrança de Kaká para a área, bate-rebate na defesa corintiana que Danilo não conseguiu aliviar e sobra para o volante, sozinho, deslocar Cássio abrindo o placar aos 5 minutos.
A pressão era toda corintiana e a defesa tricolor ainda perdeu Rafael Tóloi, que sentiu uma fisgada, para a entrada de Antônio Carlos. E o ex-botafoguense acabou se envolvendo no lance que originou o empate alvinegro aos 35, em entrada de Malcom em lançamento e defesa parcial de Dênis que voltou no braço do zagueiro. O árbitro Luiz Flávio de Oliveira não teve dúvida e marcou pênalti batido pelo lateral-esquerdo Fábio Santos no meio do gol.
Antes da ida para o intervalo, em nova cobrança de falta, Danilo vacilou de novo, não acompanhou Edson Silva e deixou o beque livre para recolocar o São Paulo à frente aos 44.
A pressão do Corinthians, enfim, se materializou em ameaça verdadeira na volta dos vestiários, com o crescimento de Malcom e Guerrero dentro da partida. O peruano foi derrubado dentro da área por Alvaro Pereira em lance duvidoso - o lateral tocou antes na bola - e Fábio Santos empatou mais uma vez na cobrança do pênalti. O time tricolor protestou bastante contra a marcação e a expulsão de Pereira.
Com nova atitude na etapa final, a equipe alvinegra chegou à vitória aos 28 minutos, em combinação entre Guerrero e Danilo na entrada da área que deixou o atacante solto para tocar com calma no canto de Dênis.

São Paulo Corinthians Gaivotas da Fiel Campeonato Brasileiro 21/09/2014
São Paulo Corinthians Gaivotas da Fiel Campeonato Brasileiro 21/09/2014
A principal ausência na partida foi a do titular Rogério Ceni, que, com aposentadoria prevista para o fim do ano, tinha a expectativa de disputar o seu último clássico Majestoso. Ele foi barrado na manhã deste domingo após se submeter a tratamento intensivo contra um tendinite no joelho esquerdo.
O clássico teve um público pagante de 34.688 pessoas para uma renda de R$ 2.405.968 milhões.
Antes do apito inicial, foram registradas provocações homofóbicas da torcida do São Paulo para os corintianos. A Polícia Militar não permitia a entrada dos visitantes com roupas que faziam alusão aos insultos. Dentro do estádio, os torcedores alvinegros contrariam o pedido da diretoria e gritaram "bicha" a cada tiro de meta cobrado por Dênis.
Com o resultado, o Corinthians se recuperou do empate em 1 a 1 com a Chapecoense, em casa, chegou aos 40 pontos, na quarta colocação, e diminuiu para dois a diferença para o vice-líder Sâo Paulo, 42. A distância do time tricolor para o primeiro colocado Cruzeiro segue em sete pontos após a derrota dos concorrentes para o Atlético-MG, também neste domingo.
FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 3 X 2 SÃO PAULO
Local: Estádio de Itaquera, em São Paulo (SP)
Data: 21 de setembro de 2014 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Rogerio Pablos Zanardo (SP)
Público: 34.688 pagantes
Renda: R$ 2.405.986,50
Cartões amarelos: Bruno Henrique, Guerrero (Corinthians); Álvaro Pereira, Edson Silva, Ganso (São Paulo)
Cartões vermelhos: Fábio Santos (Corinthians); Álvaro Pereira (São Paulo)
Gols: CORINTHIANS: Fábio Santos (pênalti), aos 35 minutos do primeiro tempo e aos 20 minutos do segundo tempo; Guerrero, aos 29 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Souza, aos cinco, e Edson Silva, aos 45 minutos do primeiro tempo
CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Gil, Anderson Martins e Fábio Santos; Ralf, Bruno Henrique e Danilo (Uendel); Renato Augusto, Malcom (Luciano) e Guerrero (Romero)
Técnico: Mano Menezes


SÃO PAULO: Denis; Auro, Rafael Toloi (Antônio Carlos), Edson Silva e Álvaro Pereira; Denilson (Osvaldo), Souza e Kaká; Ganso, Alan Kardec e Luis Fabiano (Michel Bastos)
Técnico: Muricy Ramalho

palmeiras ...6X0



Assim que acabaram os jogos das 16h, o Palmeiras entrou em campo no Serra Dourada, neste domingo, contra o Goiás, às 18h30 (horários de Brasília), com uma certeza: caso vencesse o confronto válido pela 23ª rodada, pularia da lanterna para a 14ª colocação do Brasileiro, deixando a zona de rebaixamento.
No entanto, com um primeiro tempo desastroso, o time paulista deu um grande vexame e sofreu uma goleada impiedosa: 6 a 0 para os goianos.
GAZETA PRESS
Meia do Goiás, Erik celebra o seu gol diante do Palmeiras
Meia Erik celebra o seu gol diante do Palmeiras
Os planos da equipe de Dorival Júnior começaram a ruir logo aos 6 de jogo, quando Ramon recebeu livre pela esquerda e chutou cruzado para abrir o placar. Cinco minutos depois, a primeira falha: Victorino tentou inverter o jogo, mas viu seu lançamento parar no peito de um rival; David deu a assistência, e Esquerdinha fez o segundo.
Atordoado, o Palmeiras não reagiu. E a situação foi piorando. Aos 27, Victor Luis perdeu a bola na intermediária de defesa para Erik, que arrancou livre e ampliou para o Goiás. Nove minutos depois, a cena pastelão: Lúcio foi cortar a bola, mas chutou errado, e ela foi para a área de Deola, que a agarrou. O árbitro marcou recúo, e tiro livre indireto. David, com categoria, mandou no ângulo e marcou o quarto esmeraldino.
O vexame foi sacramentado aos 3 minutos do segundo tempo com Thiago Mendes, aproveitando contra-ataque e bate-rebate na área. Já aos 44, Welinton Junior arriscou de fora da área, e o goleiro Deola levou um frango.
Essa é a maior goleada sofrida pelo Palmeiras desde o 6 a 2 para o Mirassol no Campeonato Paulisto de 2013. Também é a derrota pela maior margem de gols desde maio de 2011, quando caiu também por 6 a 0 para o Coritiba pela Copa do Brasil.
Além disso, o Palmeiras iguala a maior goleada sofrida em um Brasileiro: em 1981, perdeu por 6 a 0 para o Internacional.
Assim, o Palmeiras fica com 22 pontos, na lanterna do Brasileirão. Enquanto isso, o Goiás chega aos 30 e ocupa a 10ª colocação. Na próxima rodada, o time de Palestra Itália faz duelo direto contra o rebaixamento diante do Vitória, 14º colocado (24 pontos); já o clube esmeraldino visita o Botafogo - os dois jogos acontecem na quinta-feira.
FICHA TÉCNICA 
GOIÁS 6 X 0 PALMEIRAS
Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data: 21 de setembro de 2014, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)
Assistentes: Marcio Eustaquio Santiago (Fifa-MG) e Guilherme Dias Camilo (MG)
Assistentes adicionais: Janio Pires Gonçalves e Luciano Oliveira dos Santos (ambos de TO)
Cartões Amarelos: David, Moisés, Jackson (Goiás) e Diogo (Palmeiras)
Gols:Ramon, aos 7, e Esquerdinha, aos 11, e Erik, aos 27, e David, aos 36 minutos do primeiro tempo; Thiago Mendes, aos, e Wellinto Júnior, aos 45 minutos do segundo tempo
GOIÁS: Renan; Moisés, Felipe Macedo, Jackson e Léo Veloso; Amaral, David, Thiago Mendes (Murilo), Ramon (Wellinton Júnior) e Esquerdinha; Erik (Samuel)
Técnico:Gilberto Fonseca
PALMEIRAS: Deola; João Pedro, Lúcio, Victorino e Victor Luis; Renato e Josimar (Bernardo); Allione, Juninho (Bruno César) e Diogo; Cristaldo (Henrique)
Técnico: Dorival Júnior